sexta-feira, 27 de junho de 2014

Trabalho


Universidade Potiguar de Mossoró-UNP
Escola de Engenharias e Ciências Exatas
Disciplina: Fundamentos em ciências exatas
Ana Paula Fernandes, Natalia Dias, Paulo Victor, Paulo Henrique, Ráysa Monalisa, Ramon Moura






APLICAÇAO DOS ELEMENTOS QUIMICOS NO COTIDIANO
















Mossoró-RN,11 de Junho de 2014

Ana Paula Fernandes, Natalia Dias, Paulo Victor, Paulo Henrique, Ráysa Monalisa, Ramon Moura






APLICAÇAO DOS ELEMENTOS QUIMICOS NO COTIDIANO

                                                                                                                 

                                                                                                                            Trabalho aprovado com requisito
                                                                                                                             parcial para aprovação na disciplina
                                                                                                                            de fundamento em ciências exatas,
                                                                                                                            ministrada pelo professor mestrando
                                                                                                                             Erislleyk Dênio.
















Mossoró-RN,11 de Junho de 2014
1 INTRODUÇÃO
A classificação dos elementos químicos visa dispô-los de tal modo que facilite o seu estudo. A primeira tentativa de agrupar os elementos constitui em dividi-los em metais e não -metais, porém este primeiro ensaio deixou muito a desejar, pois não raro o elemento se podia colocar nos dois grupos. Em 1817, no entanto, Johann Wolfgang Dobereinerconseguiu demonstrar que o peso atômico do estrôncio era a média aritmética dos pesos correspondentes do cálcio e do bário. Tempos depois, consegui ainda Dobereiner mostrar a existência de outras tríades de elementos semelhantes. A partir daí surgem outras classificações, baseadas na analogia de propriedades. Assim foi que Alexandre Chancourtoisdispôs os elementos químicos em ordem crescentes de seus pesos atômicos, seguindo uma curva helicoidal, aproximadamente de 45º, de forma que os elementos correspondentes ficavam situados próximos aos pontos que se correspondiam nas sucessivas voltas da hélice. Desta classificação surgiu a idéia de que as propriedades dos elementos fossem funções de seus pesos atômicos. Tal fato ficou comprovado quando John Alexander Newlandspublicou vários trabalhos onde mostrava que, ao se disporem os elementos em ordem crescente de seus pesos atômicos, o oitavo era sempre uma repetição do primeiro. Esta relação ficou conhecida como lei das oitavas, pela semelhança com os sete espaços das escalas musicais.

















 A primeira classificação realmente útil surgiu em 1869 com base nos trabalhos apresentados por Dmitri Mendeleiev e Lothar Meyer.Ele, nascido em Tobolsk, na Sibéria, foi o responsável pela principal organização dos elementos químicos.Estegênio da Química doutorou-se na Universidade de São Petersburgo, onde começou a lecionar em 1866.
      Sua classificação periódica dos elementos, lançada em 1869, era bastante avançada, pois previa a existência de uma série de elementos até então desconhecidos.
     Lothar Meyer, físico e químico alemão, lançou em1869, independentemente de Mendeleiev, uma excelente classificação periódica dos elementos. Ela só é considerada inferior à de Mendeleiev por não fazer previsão sobre os elementos químicos desconhecidos na época. 
A classificação de Mendeleiev era, entretanto, muito mais completa.
O grande cientista russo dispôs os elementos em ordem crescente de massa atômica e colocou-os em grupos ou famílias de tal modo que cada família apresentasse elementos com propriedades químicas semelhantes.
      Mendeleiev construiu um quadro em que dispunha os elementos horizontalmente, por      ordem de seus pesos atômicos, em número de oito, e verticalmente colocou os elementos que se assemelhavam em propriedades. No quadro deMendeleiev vamos encontrar 12 colunas horizontais e 8colunas verticais; nas horizontais figuram os elementos que se diferenciam por suas propriedades, constituindo a série heteróloga; nas verticais, aqueles cujas propriedades se assemelham, formando a série homóloga; nesta disposição os elementos formam vários períodos, sendo o primeiro muito pequeno, com 2 elementos; o segundo e o terceiro curtos, com 8 elementos cada um; o quarto e quinto longos com 18 elementos cada um; o sexto é um período muito longo, com 32 elementos e finalmente há um período incompleto. A Lei Periódica de Mendeleiev teve aplicações diversas, a saber: (1) na classificação dos elementos; (2) no cálculo dos pesos atômicos; (3) na previsão de elementos. Esta é sem dúvida uma das grandes aplicações, pois graças a ela foi possível adescoberta de uma série de elementos.  










3 APLICAÇÃO DOS ELEMENTOS QUIMICOS NO COTIDIANO
Hidrogênio (H) - A maior aplicação de H2 (gás hidrogênio) é para o processamento ("aprimoramento") de combustíveis fósseis, e na produção de amoníaco.

Lítio (Li)  um elemento sólido, porém leve, sendo empregado especialmente na produção de ligas metálicas condutoras de calor, em baterias elétricas e, seus sais, no tratamento do transtorno bipolar.

Sódio (Na)- O sódio metálico emprega-se em síntese orgânica como agente redutor. É também componente do cloreto de sódio (NaCl –Sal de cozinha) necessário para a vida.

Potássio (K) - É um elemento químico essencial para o homem, encontrado em muitas hortaliças, e essencial para o crescimento das plantas.

Rubídio (Rb) - Seus compostos têm aplicações químicas e eletrônicas. O metal do rubídio é facilmente vaporizado e tem um alcance de absorção espectral prático, fazendo dele um alvofreqüente de manipulação a laser de átomos.

Césio (Cs) - Reage explosivamente com a água fria (pirofórico) e, também,com o gelo em temperaturas acima de -116 °C. O hidróxido de césio obtido, (CsOH) é a base mais forte conhecida e ataca o vidro.

Frâncio (Fr)- Depois do astato, o frâncio é o elemento menos abundante na crosta terrestre (em media 30 gramas no mundo). Existem traços de frâncio nos minerais de urânio.

Berílio (Be) - É empregado para aumentar a resistência de ligas metálicas (especialmente adecobre). É empregado para produzir diversos instrumentos (giroscópios), dispositivos (molas de relógios), e em reatores nucleares.

Magnésio (Mg) - É empregado principalmente como elemento de liga com o alumínio. Outros usos incluem flashes fotográficos, pirotecnia e bombas incendiárias.



4 CONCLUSÃO
  Podemos então concluir que a Tabela Periódica não foi simplesmente inventada, mas foi criada a partir de poucos elementos e da sua investigação, como é o caso do fósforo, o primeiro elemento a ser descoberto. A partir daí, a Tabela Periódica foi sendo cada vez mais aperfeiçoada e completada com elementos que eram descobertos, e comparados aos que já existiam. 


























2 CONSTRUÇÃO DA TABELA PERIÓDICA
  Os elementos são colocados em faixas horizontais (períodos) e faixas verticais (grupos ou famílias).Em um grupo, os elementos têm propriedades semelhantes e, em um período, as propriedades sãodiferentes.Na tabela há sete períodos.
  Os grupos são numerados de 0 a 8. Com exceção dos grupos 0 e 8, cada grupo está subdividido em dois subgrupos, A e B. O grupo 8 é chamado de 8B e é constituído por três faixasverticais.Modernamente, cada coluna é chamada de grupo. Há, portanto, 18 grupos numerados de 1 a 18.











Fonte bibliográfica
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_tabela_peri%C3%B3dica

http://www.tabelaperiodicacompleta.com/

https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070903135436AAnym6M

http://www.brasilescola.com/quimica/origem-tabela-periodica.htm

terça-feira, 10 de junho de 2014

Terceira lei de Newton




Esta terceira lei enunciada por Newton é conhecida como lei de ação e reação.
Aquilo que puxa ou comprime outra coisa é puxado ou comprimido da mesma maneira
por essa coisa. Se premir uma pedra com um dedo, o dedo é igualmente premido pela pedra. Se um cavalo puxar uma pedra por meio de uma corda, o cavalo será puxado para trás igualmente em direção à pedra.
Pois a corda esticada tanto puxa o cavalo para a pedra como puxa a pedra para o cavalo, tanto dificulta a progressão do cavalo como favorece a progressão da pedra.
Se um corpo bater noutro e pela sua força lhe mudar a quantidade de movimento, sofrerá igual mudança na sua quantidade de movimento, em sentido oposto. As mudanças feitas por estas ações são iguais, não nas velocidades, mas nas quantidades de movimento dos corpos. Isto, suposto que os corpos não são retidos por outros impedimentos. Portanto, se as quantidades de movimento são mudadas de igual, as mudanças de velocidades em sentido contrário são inversamente proporcionais às massas dos corpos.


Segunda lei de Newton



A segunda lei de Newton pode ser considerada a definição do conceito de força na mecânica; define-se em termos do efeito que produz sobre os corpos em que atua. Se uma força gera uma quantidade de movimento, uma força dupla gerará uma quantidade de movimento dupla, uma força tripla gerará uma quantidade de movimento tripla,
quer a força seja impressa de uma vez e imediatamente, quer seja impressa gradual e sucessivamente.
E se o corpo já se movia, a nova quantidade de movimento (sempre dirigida na direção da força atuante) é adicionada ou subtraída à quantidade de movimento inicial, conforme sejam concordantes ou opostas uma da outra; ou juntas obliquamente de forma a produzir uma nova quantidade de movimento composta pela determinação das duas.

Primeira lei de Newton



Conhecida como princípio da inércia, a primeira lei de Newton afirma que: se a força resultante (o vetor soma de todas as forças que agem em um objeto) é nula, logo a velocidade do objeto é constante. Consequentemente:
  • Um objeto que está em repouso ficará em repouso a não ser que uma força resultante aja sobre ele.
  • Um objeto que está em movimento não mudará a sua velocidade a não ser que uma força resultante aja sobre ele.
Newton apresentou a primeira lei a fim de estabelecer um referencial para as leis seguintes. A primeira lei postula a existência de pelo menos um referencial, chamado referencial newtoniano ou inercial, relativo ao qual o movimento de uma partícula não submetida a forças é descrito por uma velocidade (vetorial) constante.
Em todo universo material, o movimento de uma partícula em um sistema de referência preferencial Φ é determinado pela ação de forças as quais foram varridas de todos os tempos quando e somente quando a velocidade da partícula é constante em Φ. O que significa, uma partícula inicialmente em repouso ou em movimento uniforme no sistema de referência preferencial Φ continua nesse estado a não ser que compelido por forças a mudá-lo.
As leis de Newton são válidas somente em um referencial inercial. Qualquer sistema de referência que está em movimento uniforme respeitando um sistema inercial também é um sistema referencial; o que se expressa via Invariância de Galileu ou princípio da relatividade Newtoniana.
A lei da inércia aparentemente foi percebida por diferentes cientistas e filósofos naturais de forma independente.